As narrativas públicas construídas à volta do processo Marquês tendem a retratar Sócrates como um desvio à seriedade por que se tem pautado a política portuguesa.
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De privado em privado, até à alienação a estrangeiros, Portugal perde assim de golpada um sector tão estratégico como o da energia.
Privatização de empresas públicas estratégicas tem tido resultados catastróficos.
Aqueles que chegam a um restaurante que confecciona uma especialidade formidável, mas - azar dos azares! - está repleto, não há mesa; ficam exasperados.
Conselho de Estado é uma espécie de corte de bajulação mútua.
Meu desejo para 2026 é que a Justiça consiga concluir os julgamentos “Operação Marquês” e caso “BES”.
Já há uma Lei que prevê a transparência generalizada e a divulgação do património dos políticos.
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