António José Seguro, a partir de amanhã Presidente da República (PR), tem a responsabilidade de regenerar a vida política do País e levar os cidadãos a voltar a crer neste regime. Enquanto garante do regular funcionamento das Instituições, o novo PR terá de ser exigente com os poderes executivo, legislativo e judicial. Assim, deve impor celeridade à Justiça e acabar com o sentimento geral de impunidade, em que Sócrates nunca é julgado ou Ricardo Salgado, condenado a prisão efectiva, não é efectivamente preso. Tem de garantir, ao nível do Executivo, que os governantes são referência ética e que os enormes investimentos públicos que se anunciam - na área da defesa, no TGV ou o novo aeroporto – não se transformem num carrossel de corrupção. Seguro deve ainda requerer do Parlamento Leis justas e que sejam de facto cumpridas. Finalmente, Seguro terá também de recuperar a imagem do próprio PR, tão banalizada pelo seu antecessor. São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
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