É um espetáculo degradante comum. De manhã cedo, há enormes filas de utentes à porta de centros de saúde, lojas de cidadão e outros serviços públicos. Diariamente, a partir das seis, cidadãos a carecer de um tratamento ou consulta acumulam-se à porta de centros de saúde. A longa espera degrada o seu estado já débil. Inadmissível! Estes serviços têm de se reorganizar, criando turnos e piquetes ou até funcionando 24 horas por dia. Para conforto dos utentes e para evitar que estes vão congestionar as urgências dos hospitais. Mas não é apenas na saúde que urge mudar o paradigma de acolhimento e atendimento. Para acabar de vez com as filas de quilómetros nas lojas de cidadão, há que abrir mais cedo, alargar horários, em jornada contínua se necessário. Dotem os serviços de meios e sistemas de informação adequados. Sejam competentes. Filas gigantescas à porta de serviços públicos são próprias de países terceiro-mundistas. Governo que se preze extingue este flagelo.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
Ministro da Administração Interna deve extinguir os serviços 'gratificados'
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos