Com presidenciais à porta, os principais problemas do País estão na ordem do dia. Mas não todos. A corrupção é nota de rodapé na política portuguesa. A posição de Portugal nos indicadores internacionais vem piorando, ano após ano. Somos agora o 43.º país em termos de transparência, a par do Botswana, no Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International. Depois de vinte anos sempre a decair, chegamos aqui porque o Estado foi capturado pelos maiores grupos económicos, protagonistas dos maiores escândalos. A lista é infinda nos últimos 30 anos: corrupção na Expo 98, Ponte Vasco da Gama, Euro 2004, PPP rodoviárias, no BPN, BES e Banif. Os processos jurídicos sucedem-se - da Face Oculta à Operação Marquês, do Monte Branco à Influencer – mas as condenações são raras. Os maiores partidos não apresentam soluções. Para PS e PSD o tema é tabu, para o Chega mero slogan eleitoral. Resta a esperança que o futuro Presidente assuma a liderança política do combate à corrupção
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Aqueles que chegam a um restaurante que confecciona uma especialidade formidável, mas - azar dos azares! - está repleto, não há mesa; ficam exasperados.
Conselho de Estado é uma espécie de corte de bajulação mútua.
Meu desejo para 2026 é que a Justiça consiga concluir os julgamentos “Operação Marquês” e caso “BES”.
Já há uma Lei que prevê a transparência generalizada e a divulgação do património dos políticos.
Os que controlam o poder político multiplicam as suas fortunas rapidamente.
Famílias declaram moradas erradas para inscrever filhos em escolas públicas com melhor reputação.
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