A minha sobrinha Maria Luísa – a eleitora esquerdista da família – tem o hábito de, por vezes, em assuntos do século XIX e, em geral, de tudo o que acompanha o naufrágio do Titanic, folhear-me como antigamente fazemos com as enciclopédias. Aproveito sempre a oportunidade porque, hoje em dia, no eremitério de Moledo ou no mundo que continua a rodear-nos, a consulta da internet substitui com vantagem o recurso a um pobre velho minhoto que cada vez mais se esquece, cada vez mais sorri diante das surpresas, cada vez mais se repete.
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A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Aguardam que o Professor Marcelo regresse ao “comentário político” enquanto o Dr. Seguro arruma o Palácio de Belém.
No século da inteligência artificial sou um sobrevivente do tempo em que ainda duvidávamos da inteligência humana
O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
Achava que os rios eram interessantes consoante a temporada da lampreia ou da truta
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