Na semana passada, como estava prometido, Isabelle, a jovem holandesa que casou com o meu sobrinho Pedro, lá foi – pela segunda vez – vestida de mordoma às festas da Senhora da Agonia. O calor não a demoveu, nem o cepticismo da família, que preferia ficar estendida no areal de Moledo enquanto em Viana do Castelo se assistia ao desfile da súbdita da Casa de Orange-Nassau, orgulhosa de representar as terras e mares frios da Frísia natal nas ruas e praças soalheiras do Alto Minho.
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Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Aguardam que o Professor Marcelo regresse ao “comentário político” enquanto o Dr. Seguro arruma o Palácio de Belém.
No século da inteligência artificial sou um sobrevivente do tempo em que ainda duvidávamos da inteligência humana
O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
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