Para aproveitar o Dia de Portugal, o Dr. Vasco David (que faz o favor de ser editor dos meus livros) veio ao Alto Minho em peregrinação sentimental e gastronómica – e passou por Moledo na altura em que a minha sobrinha Maria Luísa, a eleitora esquerdista da família, me arrastava rua abaixo até à esplanada diante do areal. Ela acredita, com razão, que as caminhadas melhoram consideravelmente as minhas funções cardíacas e servem para captar uma vitamina qualquer, suponho que a D.
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Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Aguardam que o Professor Marcelo regresse ao “comentário político” enquanto o Dr. Seguro arruma o Palácio de Belém.
No século da inteligência artificial sou um sobrevivente do tempo em que ainda duvidávamos da inteligência humana
O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
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