O ‘The Times’ de ontem dá destaque ao caso: “Em 2007, Paula Rego percebeu que tinha um problema com a bebida. Mas não o problema óbvio.” Paula Rego bebia com irregularidade – às vezes de forma excessiva, de outras próximo da sobriedade total, como os próprios familiares recordam. Mas foi nessa altura que a pintora recebeu uma encomenda da Esporão para criar uma série de rótulos para os seus vinhos. O resultado não agradou à empresa, o que se compreende – as imagens, no melhor estilo de Paula Rego, são repulsivas: crianças embriagadas, maridos bêbedos, mães entorpecidas, alguém que vomita (o jornal recorda as ilustrações que Paula Rego fez para um conto de João de Melo, “O Vinho”, no mesmo tom). Os rótulos não foram impressos em 2007 – só começaram a circular restritamente em 2020. Estão agora expostos em Londres, na galeria Cristea Roberts (até 17 de janeiro). Não há nenhuma lição a retirar, salvo erro: Paula Rego fez seis belas gravuras sobre excesso e embriaguez. Não podiam dar rótulo mas são Paula Rego do melhor.
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