Não percebi o que trouxe até aqui a maior parte dos candidatos presidenciais, tirando a vaidade e outras minudências. No estado em que estão as democracias, os eleitores desconfiam da fé e do altruísmo; preferem a vontade de poder. Ainda assim, acredito que, em alguns, haja preocupação com o país. Vejamos o nosso panteão recente: Eanes, que travou o gonçalvismo e o PREC, acreditava no patriciado militar; Soares tinha um desígnio pessoal: herdeiro da “república civil” achava-se legítimo o direito de ocupar a cadeira de Belém; de certo modo, Jorge Sampaio quis prolongar esse direito em nome da geração seguinte, não só na república mas também na esquerda; Cavaco libertou a presidência dos seus “donos naturais” (a esquerda e as famílias tradicionais), e achava que devia assegurar a “modernização do país”; Marcelo não podia senão descer à Terra e aceitar e cumprir o destino em nome de uma utopia das elites. Mas 80% destes candidatos de hoje, estão aqui porquê? Desconfio que estou prestes a declarar-me monárquico.
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