Não era apenas uma imagem que valia por mil palavras. Houve um tempo nas nossas vidas em que exigíamos uma imagem para provar que uma coisa era verdadeira – as palavras, frágeis, não bastavam. No jornalismo impresso e televisivo como nos tribunais, e depois nas “redes sociais”, as imagens eram mais de metade da prova. Havia cuidados, mas posteriores. Fotos emblemáticas como a do soldado soviético no Reichstag, dos americanos na batalha de Iwo Jima, a dos presidentes Lincoln ou Ulysses Grant, a do apagamento de figuras ao lado de Estaline – foi sempre possível falsificar fotografias. Porém, a primeira reação que hoje devemos ter é a de saber se uma fotografia é verdadeira – já que os textos parecem continuar a ser aquilo que são. A IA transformou as “redes” e o mau jornalismo num palco de falsificações permanentes; antes de acreditar numa imagem, é necessária uma grande logística de provas. Por razões perversas, na política e na guerra, e na vida em geral, as palavras são hoje uma garantia, mais do que as imagens.
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Por razões perversas, na política e na guerra, e na vida em geral, as palavras são hoje uma garantia, mais do que as imagens.
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