Um dado curioso: à medida que as máquinas de IA aprendem regras de escrita de romances (ou textos de ficção em geral), o produto parece ser muito pior do que nos primeiros tempos. Isso proporciona uma certa esperança à humanidade. Enquanto era uma máquina incipiente, imprevisível, disparando para vários sítios, desorganizada, o resultado era mau – ainda não tinha aprendido as regras da “escrita criativa”, os modelos de desenvolvimento das personagens, os tiques ensinados pela escola ideológica do momento. Mas, à medida que vai lendo e pirateando cada vez mais livros (pelos quais não paga direitos), funciona como uma ‘bimby’: faz "literatura".
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