Estipula o regulamento de horário da PJ que “A prestação de trabalho (…) por períodos que ultrapassem a duração normal do trabalho, será objeto de correspondente compensação temporal”, sendo exceção o pagamento desse trabalho suplementar caso a compensação por tempo não seja de todo possível. Ou seja, desta forma, se as 7 horas de trabalho diário passarem para 10, este acréscimo ou é compensado no mesmo número de horas ou então é remunerado a uns meros 5,71€ por hora e, ainda assim, como exceção/privilégio de algumas unidades.
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Há que prestar um melhor serviço. Cabe à Direção da PJ reforçar o efetivo de prevenção.
A solução não pode ser prender pessoas ao posto como se fossem móveis.
O prazo de 6 meses para regulamentação transformou-se em 6 anos. E continua a contar.
Alguém acredita que Cristiano Ronaldo chegaria onde chegou se, em vez de regras claras, progressão e reconhecimento, lhe pedissem apenas resultados e paciência?
Pequenos problemas, ao longo do tempo, transformam-se em convulsões.
É urgente emitir orientações simples, uniformes e inequívocas.
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