O ano de 2030 parece querer ser o Céu na Terra. Não existe nenhuma área estratégica nacional e internacional que não tenha por base e objetivo a elaboração de uma “Grande Estratégia 2030”. Desde a Energia e Clima, até à Agenda 2030 das Nações Unidas, passando por múltiplos Planos e Conceitos Estratégicos de Defesa, Habitação, Transportes, Comércio etc. Por estes dias a União Europeia sentiu uma clara necessidade política de reagir a todas as contingências e ameaças de que a Europa tem sido alvo, lançando de forma inequívoca o seu próprio “White Paper for European Defence - Readiness 2030”. O presidente russo Vladimir Putin também ele termina o seu mandato em 2030, ambicionando certamente exibir o seu troféu Ucrânia na vitrine dedicada ao expansionismo russo. Por seu lado Donald Trump proclamou o dia 2 de abril de 2025, como o “Dia da Libertação” argumentando que os EUA “estão sendo enganados há anos” pela generalidade das nações deste mundo nas áreas do comércio global, em particular nas tarifas aplicadas. É em boa verdade, um presidente “com pressa” e pouco dado a estratégias definidas no tempo, até porque ironicamente, o seu mandato presidencial não chegará a 2030!
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
O respeito pelo Direito Internacional é ir ao encontro da segurança.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos