Os quatro anos de guerra na Europa são tempo a mais. Demasiado sofrimento infligido ao povo ucraniano. Tudo na base da geopolítica fantasiosa de uma “Grande Rússia”, dos conceitos de “segurança estratégica” e da “ideia nacional” do povo russo. A Ucrânia é um estado soberano e independente desde 1991, e é assim que terá sempre de ser tratada. O Presidente Zelensky apelou à urgência de uma data breve e clara para a adesão da Ucrânia à UE. Isso seria uma garantia de segurança geopolítica de grande alcance. Para já recebe apenas promessas e juras de apoio sem limites! Donald Trump falou do Estado da União, no meio da tempestade Epstein. Uma América forte, próspera e respeitada diz ele, a pensar nas eleições intercalares de novembro. Falou muito, em tempo, e bastante de economia, imigração, fronteiras, tarifas, comércio e promessas. E da ameaça do Irão. O destino do poder expansionista iraniano e do seu “eixo de terror” está a ser negociado e vai ser traçado. Não se sabe é como e quando. Também esta semana a visita de Narendra Modi a Israel e a nova aliança Israel-Índia em marcha, agitou e muito todo o Médio Oriente. Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
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Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
A Rússia tem de ser confrontada política e diplomaticamente pela Europa.
A resolução da guerra na Europa tem marcado passo.
Para trás parece ficar a Ucrânia, de negociação em negociação.
Ganha projeção uma ordem multipolar de contenção
Donald Trump fez de Davos o seu palco de magia geopolítica.
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