Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO IGCP confirmou esta semana a redução dos juros dos certificados de aforro. Pela primeira vez a série F vai pagar aos aforradores abaixo da taxa máxima de 2,5%. A razão da descida deve-se ao ajustamento que os mercados estão a fazer em relação à política monetária do BCE. E como a taxa euribor a três meses já caíu do patamar de 2,5%, a nova remuneração de 2.41% para os aforradores é uma consequência natural. No entanto, há razões para que os certificados continuem a ser o destino popular da poupança, porque continuam a pagar mais do que os depósitos bancários. A remenueração média dos depósitos já está abaixo de 2%. A redução do rendimento da poupança é a outra face da moeda da redução dos juros, qua tanto alivia o rendimento das famílias com crédito à habitação. E apesar das ameaças inflacionistas e de arrefecimento económico que chegam da América e que podem colocar em causa a continuação da descida do preço do dinheiro, é provável que em abril o BCE volte a baixar a suas taxas.
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