A ‘silly season’ acabou e agora aguardamos, com expectativa, que o Governo cumpra o compromisso de aprovar os regulamentos em falta do Estatuto da PJ. Nós, avançámos com as matérias possíveis. Não parámos, até porque a ASFIC/PJ não é só ação sindical. Esta semana estivemos na Feira do Livro do Porto para apresentar a Revista de Investigação Criminal, Ciências Criminais e Forenses. É nas páginas da IC3F que divulgamos os casos mais desafiantes, as técnicas utilizadas, os bastidores e as histórias da investigação criminal. Desde 2011, estas publicações são espaço de divulgação técnico-científica nas ciências forenses e de promoção do debate entre profissionais da investigação criminal, do sistema de justiça e de análise da realidade criminal. A linha editorial pauta-se pela exigência na seleção dos conteúdos. A conceção editorial nasceu da visão do dirigente Mário Coimbra, com o design gráfico de João Borges e o apoio de associados como Carlos Costa, José Leal, João P. Ventura, Afonso Costa, Nuno Almeida, José Medalhas, entre outros. Sem eles, e sem todos os autores, a revista não existiria. Somos ação sindical, mas também conhecimento.
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Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
Exige-se uma nova dinâmica que não é compatível com a incompreensível inércia.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
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