Nestes tempos de tecnocracia orçamental, a folha de cálculo supera o primado da Lei. Apesar de plasmados na legislação, os direitos submetem-se à divindade que conhecemos por défice. E se só através de decisões judiciais é que se consegue reverter o curso da história, a verdade é que os tribunais que decidem conflitos laborais não o fazem em tempo útil, ou seja, o Estado assume um foro próprio que posterga decisões e adia o cumprimento da Lei.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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