Já não chegavam as ameaças de terrorismo, de imigração ilegal e de conflito social e já temos outras a chegar em força. Como previsto, os factos sugerem que os criminosos já empregam os últimos avanços em inteligência artificial não só para gizar esquemas de burlas e de ataques cibernéticos, mas também para delinear rotas de tráfico humano, de drogas e de armas, com isto antecipando-se em anos à ação das polícias e dos governos de quem elas dependem. Bem sabemos que é emblemática a demora dos decisores a reagir, e que só o fazem quando se sentem seguros ou quando a isso são pressionados pelo eleitorado. Contudo, parece ser já muito evidente que a sofisticação dos criminosos e os meios que têm à sua disposição deviam obrigar o Estado Português a ser mais firme e resoluto. Ao menos, deviam os seus responsáveis aquiescer que, se não pretendem apetrechar as polícias e tribunais de meios adequados para combater estas novas ameaças é porque estão a considerar a barata alternativa da gradual capitulação da Justiça.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Há que prestar um melhor serviço. Cabe à Direção da PJ reforçar o efetivo de prevenção.
A solução não pode ser prender pessoas ao posto como se fossem móveis.
O prazo de 6 meses para regulamentação transformou-se em 6 anos. E continua a contar.
Alguém acredita que Cristiano Ronaldo chegaria onde chegou se, em vez de regras claras, progressão e reconhecimento, lhe pedissem apenas resultados e paciência?
Pequenos problemas, ao longo do tempo, transformam-se em convulsões.
É urgente emitir orientações simples, uniformes e inequívocas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos