Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA crise bancária é a mais recente fatura que os contribuintes e a economia portuguesa estão a pagar.
Revela um trabalho de investigação do ISEG que o custo do Estado com a banca já soma 26% do PIB. E na autópsia deste duro golpe são visíveis os erros de gestão dos banqueiros que transformaram a oportunidade de dinheiro fácil e barato, que enfrentou Portugal após a adesão ao euro, numa concessão de crédito a rodos, sem critérios , nem cautela, com destino ao betão e projetos especulativos.
A banca foi a torneira do capitalismo de casino. Outro pecado capital é a proximidade excessiva entre políticos e gestores da banca . Ligações perigosas que agravaram a tempestade.
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