O empreiteiro da ABB, Gaspar Borges, homem do futebol, fornecedor do betão para a casa de Montenegro, mostrou, com a candura possível, digamos assim, como se cobram os trabalhos a mais em grandes obras públicas. Fabrica-se a derrapagem, fabrica-se um conflito legal, vai-se para tribunal e faz-se um acordo. Uma pantomima, portanto. Ganha-se o dinheiro e a aparência de legalidade. Era assim, alegava em conversa com o ex-autarca de Espinho Miguel Reis (PS), que tinha acertado com o seu antecessor, Pinto Moreira, do PSD. A conversa foi publicada pelo ‘Expresso’. O autarca socialista, recém-eleito, estava fora da jogada e achava que tinha de justificar bem os oito milhões. A questão seguiu, portanto, para tribunal, à espera que os astros se realinhem e o senhor da ABB receba a sua massa. Ele tem razão. É assim há muito tempo.
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