Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoPortugal repetiu no duelo decisivo de ontem das eleições presidenciais o modelo habitual das últimas décadas das presidenciais francesas. Perante um dos candidatos da extrema-direita, primeiro Jean-Marie Le Pen e depois a sua filha Marine, os eleitores, quer da esquerda, quer da direita tradicional uniram-se e votaram no candidato mais moderado. E assim Seguro que há um mês estava longe de ser o favorito foi eleito legitimamente por uma ampla maioria. Mas mesmo em França as coisas estão a mudar e é um sinal de alerta. Nas próximas eleições Marine Le Pen, se não for afastada por algum golpe de secretaria, pode mesmo conquistar o Palácio do Eliseu. Ventura já mostrou que tem um eleitorado muito fiel e se Montenegro defraudar os eleitores, está bem colocado para ser um putativo primeiro-ministro. Os eleitores do Chega têm razões para votar no seu candidato e o único antídoto contra o populismo que representa é mesmo quem manda e quem governa dar respostas aos problemas e angústias dos cidadãos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
É preciso mudar a página das trincheiras improdutivas e do discurso centrado numa vazia superioridade moral.
Isto não é um conto surrealista, é o que está a acontecer perto de Leiria.
Os líderes europeus não conseguem proteger-nos dos efeitos desta guerra.
Trump está a ser uma desgraça para o Mundo.
Seguro afastará cenários de conflito e puxará pela coesão, evitando a tendência dos miniciclos.
Passos obriga Montenegro a sair da zona de conforto.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos