O líder do PS gostaria que Seguro empurrasse o Governo para um diálogo mais profícuo com os socialistas. Carneiro aproveitou o discurso da noite eleitoral para dizer em que áreas quer esse diálogo. Os ventos sopram num sentido que exige estabilidade. Mas Carneiro, em vez de contar com Seguro para esse empurrão, que não acontecerá, deveria procurar outros caminhos. A maior das suas preocupações deverá ser a de revitalizar um partido velho, refém das suas elites lisboetas, a perder contacto com os setores mais dinâmicos da sociedade, com pouca capacidade de falar para os jovens e mulheres, cada vez menos relevante na esfera estudantil. O PS é um partido anquilosado. E se Carneiro ainda não viu essa realidade, ela pode cair-lhe em cima um destes dias. É melhor meter-se ao caminho por si só, com as suas ideias, sem mendigar ajudas espúrias.
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