O procurador alemão Wolters foi taxativo, em 2020: tinha provas materiais de que Maddie estava morta e de que o assassino seria o alemão Bruckner. Cinco anos depois, o suspeito foi libertado, não há provas contra ele. Agora, o dito procurador teme que Bruckner desapareça. A retórica do magistrado esconde uma outra realidade. Na verdade, nunca teve provas e apostou que Bruckner, um pedófilo com cadastro, atingisse o pleno de condenações nos casos em que estava a ser julgado. Isso permitiria aplicar-lhe uma medida de segurança equivalente a uma pena relativamente indeterminada, Bruckner ficava preso para a vida, o caso Maddie arrumado. Falhou, teve de libertá-lo. Por cá, a libertação seria um escândalo maior do que o ‘esquema’ da medida de segurança. Afinal, Bruckner não é flor que se cheire. Mas tudo isto não é uma enorme paródia?
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