Uma carta aberta lançada há dois dias, já com perto de 20 mil adesões, por um grupo de pais de crianças com cancro e pela associação Acreditar, traça um quadro perturbador sobre as ajudas públicas às famílias que se deparam com este drama. Após o diagnóstico, cada família tem um valor médio de perda de rendimento de 655 euros por mês. As despesas aumentam e o subsídio de assistência a filho com cancro apenas aproveita a um progenitor. Cobre só 65 por cento do salário, tendo um limite máximo de 1045 euros por mês. Estamos perante uma dupla e terrível penalização. As famílias sofrem com o diagnóstico e empobrecem no momento em que mais necessitam de ajudar os filhos. Se há coisas que dão sentido e nobreza à política é a resposta a estes problemas. Não as agendas artificiais que conhecemos, impostas pela pressão eleitoral.
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