Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO objetivo do primeiro-ministro em subir o salário mínimo e o ordenado médio para 1600 euros e três mil euros é louvável, mas Montenegro não se comprometeu com a data para esse paraíso salarial. Na atual legislatura, o objetivo continua nos 1100 euros para a remuneração mínima. Na semana antes da greve geral contra o novo pacote laboral, as promessas de Montenegro soam a tentativa de vender banha da cobra na feira política. Não são as novas leis laborais que vão aumentar os salários, o aumento da produtividade depende mais das melhorias de gestão, do desaparecimento de barreiras burocráticas, das melhorias do sistema de justiça. O Governo cometeu o erro de avançar sem dar cavaco aos sindicatos. As promessas baratas de Montenegro são uma tentativa de minimizar o protesto dos trabalhadores e salvar uma iniciativa que nasceu torta.
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