Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO objetivo do primeiro-ministro em subir o salário mínimo e o ordenado médio para 1600 euros e três mil euros é louvável, mas Montenegro não se comprometeu com a data para esse paraíso salarial. Na atual legislatura, o objetivo continua nos 1100 euros para a remuneração mínima. Na semana antes da greve geral contra o novo pacote laboral, as promessas de Montenegro soam a tentativa de vender banha da cobra na feira política. Não são as novas leis laborais que vão aumentar os salários, o aumento da produtividade depende mais das melhorias de gestão, do desaparecimento de barreiras burocráticas, das melhorias do sistema de justiça. O Governo cometeu o erro de avançar sem dar cavaco aos sindicatos. As promessas baratas de Montenegro são uma tentativa de minimizar o protesto dos trabalhadores e salvar uma iniciativa que nasceu torta.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Em apenas um ano Trump ameaça a América e o Mundo.
A direita tem dois terços do eleitorado, mas provavelmente não vai eleger o Presidente.
EUA tornaram-se um império sem pudor e a Europa vê o seu fiável parceiro passar de protetor para eventual predador com a recente ameaça a um parceiro da NATO.
O discurso de Trump sobre a captura de Maduro cria muitas dúvidas sobre o futuro da Venezuela.
Na mensagem de Natal, o primeiro-ministro viu a situação de Portugal como quem vê o copo meio cheio.
Com a entrada em cena na Casa Branca da Administração Trump, o contexto mudou.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos