Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoDe negócios pagos com o pelo do cão está a alta finança cheia. Há menos de três anos, durante o governo de Passos Coelho, a Caixa Geral de Depósitos vendeu a seguradora Fidelidade aos chineses da Fosun.
Como a Fidelidade gere uma montanha de dinheiro, já subscreveu obrigações e envolveu-se em outros negócios do acionista, que na prática amortizaram o investimento. Mas a entrada da Lone Star no Novo Banco é outro patamar.
Num banco que tinha um valor contabilístico superior a 5 mil milhões em 2014, dos quais 4,9 mil milhões de dinheiro fresco, o fundo investe mil milhões no próprio banco em duas fases e fica com 75%. Nem sequer é o pelo todo, basta uma suave tosquia.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Em apenas um ano Trump ameaça a América e o Mundo.
A direita tem dois terços do eleitorado, mas provavelmente não vai eleger o Presidente.
EUA tornaram-se um império sem pudor e a Europa vê o seu fiável parceiro passar de protetor para eventual predador com a recente ameaça a um parceiro da NATO.
O discurso de Trump sobre a captura de Maduro cria muitas dúvidas sobre o futuro da Venezuela.
Na mensagem de Natal, o primeiro-ministro viu a situação de Portugal como quem vê o copo meio cheio.
Com a entrada em cena na Casa Branca da Administração Trump, o contexto mudou.