A Assembleia da República decidiu, finalmente, transformar a violação em crime público, ultrapassando os absurdos obstáculos que alguns adversários desta solução persistem em levantar. Diziam e dizem, contra toda a evidência, que só a própria mulher violada pode optar pela perseguição penal e que um processo sem o seu consentimento atenta contra a sua liberdade e pode promover uma “revitimização”.
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Zalazar acertou contas consigo mesmo frente ao rival de Guimarães.
Um ministro tem de conhecer a realidade e não ceder a histórias da carochinha.
O futuro pode e deve ser ainda mais auspicioso.
Talvez quem ande mais perdido sejam as elites políticas e culturais ocidentais.
Conheço-o com o equipamento de polícia. Espero que brilhe com o de político.
Grande forma dos avançados da equipa do Sporting.
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