Francisco José Viegas
EscritorAs novas gerações estão indignadas porque ainda não veio a canícula. Explico, com alguma impaciência, que há uns anos nevava em abril, logo a seguir à Páscoa, e que havia saraivadas de granizo por maio fora. Nestas ocasiões apetece-me partir de botas e sacola para terras de Riba Côa, ou Alto Tâmega, ou Alto Rabagão, e sentar-me a uma mesa debaixo de um alpendre a comer o que houver: pão, queijo de ovelha curado para raspar com navalhinha, salada de azedas, vinho refrescado - e ficar ali de pernas esticadas, que precisam de repouso. As vinhas e as amendoeiras estão verdes e abrem o apetite, coisa de que não precisava; giestas amarelas à beira da estrada também ajudam, com aquele perfume acre (de manhã) e doce (quando o sol lhe bate por cima). Coisas simples são essencialmente estas: comer o que há, e o queijo é rico em cálcio.
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