A maçonaria portuguesa - dispenso-me de especificar nomes de "obediências" ou “lojas”, supérfluos para os "profanos" que lhe reconhecem a natureza universal – debateu a conturbada e premente questão da paz no último sábado de novembro, à porta aberta e em contexto de liberdade universitária. A iniciativa foi duplamente oportuna, num mundo em estado de guerra e num ambiente hostil, que continua a encarar os maçons com desconfiança, em parte por culpa própria: devido ao anacrónico secretismo (ou "discrição"), à linguagem gongórica e autoelogiosa (desagradável para não "iniciados") e, pior do que tudo, ao não despiciendo número de candidatos que a procuram (e nela são acolhidos) mais interessados num putativo elevador social do que nos luminosos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
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