Nem todas as despedidas são tristes. Consideremos Julian Barnes: aos 80 anos, com uma doença oncológica, o escritor decide publicar o seu último livro para se despedir dos leitores. É uma forma de não lhe cortarem a palavra a meio da escrita, afirma ele, negando à morte a sua prepotência. Fraco consolo? Para um escritor, nem por isso: a possibilidade de colocar um ponto final na sua própria obra é um acto de lucidez e coragem.
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Falta o essencial: sair da estagnação das últimas décadas, crescer.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Em sucessivos anos de estio, topónimos até então familiares desapareceram das notícias.
Walter Benjamin foi um dos mais importantes pensadores da primeira metade do século XX.
O costume [em Portugal]: estuda-se muito, muda-se pouco.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
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