Sou do tempo em que não havia Carnaval sem Festa Brava. Não se tratava de uma corrida formal, mas outro sim de garreadas estudantis ou mesmo de exibições de grupos cómico-taurinos.
Como, por exemplo, o Bombeiro Toureiro e os seus anões, números que aos olhos de hoje não seriam bem aceites, mas que divertiam não faziam qualquer dano de ordem moral ou física.
Esses números eram complemento das "cegadas" e de outras brincadeiras carnavalescas que tinham muito mais das nossas tradições do que os espetáculos de nudismo que hoje passam nas televisões durante dias e dias.
Falo de espetáculos que não trazem nada de divertido mas que servem para que umas meninas percam a vergonha despindo-se no meio da rua onde, recatadamente, baixariam as saias em dia normal e que umas matrafonas com pouca ou muita graça substituam o único resquício que resta do Carnaval da minha juventude.
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E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
Quem escreve os discursos do PM não conhece bem a importância das palavras.