Sou do tempo em que não havia Carnaval sem Festa Brava. Não se tratava de uma corrida formal, mas outro sim de garreadas estudantis ou mesmo de exibições de grupos cómico-taurinos.
Como, por exemplo, o Bombeiro Toureiro e os seus anões, números que aos olhos de hoje não seriam bem aceites, mas que divertiam não faziam qualquer dano de ordem moral ou física.
Esses números eram complemento das "cegadas" e de outras brincadeiras carnavalescas que tinham muito mais das nossas tradições do que os espetáculos de nudismo que hoje passam nas televisões durante dias e dias.
Falo de espetáculos que não trazem nada de divertido mas que servem para que umas meninas percam a vergonha despindo-se no meio da rua onde, recatadamente, baixariam as saias em dia normal e que umas matrafonas com pouca ou muita graça substituam o único resquício que resta do Carnaval da minha juventude.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Não se compreende como é que a tutela é tão resistente em ouvir a ASFIC/PJ.
Mesmo sem o apelo global do petróleo, o estreito era já considerado um ponto essencial para a nossa visão do Oriente
Descuidos na segurança das operações são 'borlas' aos adversários.
Temo a chegada do dia em que estabelecimentos como estes desapareçam do mapa da minha cidade
À ministra, fugiu-lhe a boca para a verdade: vamos esperar e rezar...