Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaTenho dúvidas se aqueles que gerem politicamente o país e quem dirige a PSP constatam de igual forma a realidade policial. Interrogo-me se não o veem ou veem de forma diferente por incapacidade ou crueldade. Em janeiro de 2025, os polícias que aguardam a lista para a pré-aposentação nada sabem do seu futuro. Os polícias de folga no próximo fim de semana – ou próximos – não sabem se a irão poder gozar, dado o constante corte de folgas. Dois exemplos de uma (triste) realidade com que os polícias se deparam e que suscita incompreensão, desmotivação e tristeza.
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