À medida que o tempo passava, o relógio parecia correr no sentido oposto ao da minha atenção. Sentado na secretária, a assistir a uma aula da licenciatura em Direito, tornava-se difícil acompanhar teorias abstratas quando, dentro da minha cabeça, tocava uma orquestra. As melodias de Frank Sinatra ou de Ben E. King que tinha trazido desde casa ecoavam em mim, porque também as vinha a cantarolar pelo caminho até à faculdade. Na altura, com os meus 18 anos, gostava de muitos géneros, mas havia um em particular ao qual nunca consegui resistir. Refiro-me às canções de amor, que me preenchiam enquanto o amor não chegava porque, para perplexidade da minha avó Francisca, eu permanecia solteiro.
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