Mal vem o frio de novembro, que assusta as pobres almas urbanas que julgam viver na Costa Rica, começo a pensar em duas monstruosidades: polvo e bacalhau. Na verdade, costumo pensar em polvo e bacalhau em grande parte do ano, mas não com este sentido de urgência: o aniversário do meu pai é em novembro e o prato do jantar é sempre polvo – cozido, em arroz ou em filetes. Depois, há o polvo de Natal, que é tradição do norte; desde muito novo que o polvo e o bacalhau disputam um lugar no coração natalício e a vantagem é quase sempre inesperada porque depende de como ambos se apresentam à mesa.
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