Durante cerca de três anos, o juiz Ivo Rosa, hoje desembargador, foi alvo de investigação como suspeito do crime de corrupção devido, ao que parece, à sua intervenção no “processo Marquês”. Com que indícios? Nenhuns, para além de denúncias anónimas que se revelaram inconsistentes, segundo concluiu o MP. Entretanto, foram realizadas diligências intrusivas (obtenção de dados de localização e tráfego e movimentos bancários), com a necessária autorização de um juiz (da Relação, dada a condição do suspeito). No final, o inquérito foi arquivado, sem que Ivo Rosa tivesse sido informado – só ficou a saber que fora investigado por causa de uma notícia de jornal. Dirão os otimistas e ingénuos que se provou a justiça da Justiça. Mas a vida de um cidadão pode ser assim devassada sem ele sequer saber?
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