Morreu a mais importante figura empresarial da comunicação social em Portugal nos últimos 50 anos. Fundador de duas marcas de jornalismo que ganharam espaço de destaque na história do País, fervoroso entusiasta de tantos outros projetos de comunicação livres e independentes, e apesar da sua inabalável filiação partidária e historial político, não usou o poder que teve nos media para fazer jogos de bastidores – o jornalismo era a sua paixão; isto apesar das inúmeras tentações com que, inevitavelmente, se terá deparado, o que só revela a nobreza do seu caráter. Mas nesta ocasião, em que se recordam as histórias que marcaram o percurso de Francisco Pinto Balsemão, as conquistas e os ensinamentos que nos deixa um homem que se revelou maior do que a vida, mas também as frustrações e desgostos, parte essencial da vida de qualquer mortal, importa, mais do que nunca, e face aos desafios crescentes que enfrenta, olhar para o futuro do setor pelo qual se bateu em grande parte da sua existência. As oportunidades e ameaças dos meios digitais e da inteligência artificial estão aí e eram, há muito, uma preocupação de Pinto Balsemão (até nisso se revelou uma figura à frente do tempo!). Saibamos honrar o seu legado. Sempre.
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