A única crítica que se pode fazer ao ainda primeiro-ministro é a de ter sido pessimista. Afinal, ele era também o primeiro a achar que o governo era fraquinho, não tinha pernas para andar, estava preso por molas da roupa. E nem sequer das boas, de madeira, mas daquelas de plástico que não dão jeito nenhum. Em defesa de Luís Montenegro, é como diz o povo, gato escaldado. Até porque todos nós temos um ex-colega de liceu que há uns anos, em vésperas de Natal, encontrámos na rua.
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