José António via a justiça como o caminho mais nobre, um farol em mar revolto. Licenciado em Direito e mestre aos 25 anos, quis mudar o mundo servindo o bem público, protegendo os frágeis e dando voz a quem não a tinha. No Centro de Estudos Judiciários, entre códigos, despachos e audiências, aprendeu que a justiça, mais do que conceito, é resistência. Aos 28 anos foi colocado no DIAP de Lisboa, longe da família, diante de mil inquéritos pendentes, muitos urgentes. Cada dia trazia novas pilhas de processos; trabalhar das nove às sete era só o início. Depois do jantar, no pequeno apartamento que lhe consumia o salário, continuava.
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