Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoNão deixa de causar alguma perplexidade que, ainda não há um mês, parte de Portugal tenha abanado durante a noite e ainda não tinha lavado a cara, já o ministro de Estado e, na altura, primeiro-ministro em exercício, tenha feito uma comunicação ao País. Também não é agora motivo para tanto, mas não deixa de espantar como se remete ao silêncio a tutela da pasta a propósito do 'tremor de terra' eufemístico nas prisões portuguesas. Cinco detidos encostaram uma escada a um muro com 10 metros de altura e por ela fugiram pouco faltava para as 10 horas da manhã do último sábado. Sonhar com a fuga é a obrigação do detido. Cabe ao Estado fazer com que cumpra a pena determinada. Parece que a eletrificação do muro da cadeia de alta segurança de Vale de Judeus nunca foi posta em prática porque deixava o edifício às escuras, que 200 monitores emitem as imagens das câmaras de vigilância para um único par de olhos e que os foragidos iam mais vezes ao Facebook do que esta vossa cronista - e é isto, até agora, que sabemos. Onde está a ministra? O que é que andou a fazer o diretor dos Serviços Prisionais?
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