As pistolas de duelo do Rei D. Pedro estiveram desaparecidas 40 anos. Roubadas do Museu Militar, foram localizadas porque apareceram no catálogo de vendas de uma leiloeira. O canhão das armas deve ter passado por tantas mãos, que a proveniência do objeto era já entendida como legítima. Tão facilmente desapareceram como voltaram a aparecer trinta e seis anos depois do furto em 1973. Tem graça como a ficção se apropriou do ato de roubar, dando-lhe sempre uma dificuldade que, na prática, nem sempre é necessária. Lembrem-se da dança de Vincent Cassel, no campo de lasers em ‘Ocean's Twelve’, para entrar no Louvre e comparem-na com o trabalho da espécie de ‘serralheiro’ apanhado esta semana pela câmara de segurança do mesmo museu, quando parecia que fazia a reparação numa estrutura. Afinal levou as joias das mulheres de Napoleão, tio e sobrinho. Nesta edição esclarece-se quem elas foram.
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Todos devem ter a possibilidade de aprender o mesmo.
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Irrita-se e pede que lhe abram a janela: "Ó senhor guarda, desapareça!”.
Entre 1971 e 1973, esteve na guerra como alferes miliciano médico.
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