Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoE já está. O Parlamento aprovou a reposição de 302 freguesias, resultantes da desagregação das 135 uniões criadas pela ‘Lei Relvas’, a reforma administrativa de 2013. O ano não é de boa memória - tínhamos cá a Troika, que nos foi ao bolso indiscriminadamente. Esses anos foram também os da privatização da EDP, REN, CTT e da ANA - e se disto teríamos o que lamentar, já da reforma que acabou com quintais na gestão administrativa do território, nem por isso. Mas ao contrário do que acontece em quase tudo, nisto, a maioria dos partidos, da esquerda à direita, estão de acordo - porque será?!... A ‘Lei Relvas’ não foi perfeita, porque feita à pressa depois do pedido de assistência financeira, mas visava criar poupanças ao aumentar a escala territorial do que era gerido. As uniões de freguesias deviam permitir eficiência, numa época, segundo decénio do século XXI, em que é já evidente que tecnologicamente nada será como dantes. É por isso, que a “gestão de proximidade” é um chavão político para quintais do século passado. Não precisamos de mais presidentes da junta, precisamos de uma rede de transportes competente que ajudar a alavancar as economias locais.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Entre 1971 e 1973, esteve na guerra como alferes miliciano médico.
O mandato do novo Presidente vai ser mais difícil.
Foi criado pelos americanos durante a Segunda Guerra Mundial quando houve racionamento.
Ironicamente, o regime pode agradecer a quem agora lhe matou o líder.
Hoje o mundo não está necessariamente mais perigoso do que no século XX.
Um ministro tem de conhecer a realidade e não ceder a histórias da carochinha.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos