Não há vítimas de primeira e vítimas de segunda. Apesar desta verdade insofismável, não se pode comparar um regime que alicerça a sua existência na obliteração de qualquer tipo de opinião contrária, tendo para isso criado leis, tribunais, policias e prisões, com a revolução que o depôs. Depois da revolução e durante uma mano fração de tempo – se compararmos com o tempo que passou pelo Estado Novo - foram presos, torturados, mortos e pelo país andou à solta um certo ‘revanchismo’, felizmente contido pela normalização democrática que nos trouxe até aqui. Não precisamos da direita populista para repor a verdade dos factos - até porque eles não sabem o que isso seja. Continuamos a ter todas as razões para celebrarmos no próximo sábado.
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