Num tempo em que a Igreja é objeto de notícias pouco abonatórias, desde casos de pedofilia à caução de um convento-masmorra onde viviam freiras em brutal cativeiro, a morte de um homem obriga-nos a ganhar pé e a reconhecer virtudes pouco reconhecidas. A morte do Padre Vaz Pinto é um pingo de luto na nossa inteligência coletiva. Jesuíta e desenvolto, poderoso intelectual, era uma das luzes mais brilhantes da Igreja dos nossos dias.
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Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
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