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O título desta crónica é uma conclusão sarcástica para o que me parece ser a crescente falta de noção da realidade no mundo do futebol. Ao contrário do que vinha sendo a sua prática, para o Mundial 2026 a FIFA não impôs condições à revenda de bilhetes. Essa atividade era permitida no passado desde que fossem respeitados os preços de origem, mas para a edição na América do Norte o organismo abdicou de fixar limites. Essa opção fez escalar os custos, ao ponto de terem surgido no site da FIFA de revenda quatro bilhetes para a final tabelados cada um a 2 999 998,85 dólares. Aplaudo a preocupação de, face a um preço redondo de 2,3 milhões de dólares, se terem preocupado em deixar 1,15 dólares para um cafezinho... Também a Liga continua empenhada em deixar todos os clubes bem servidos. A instituição mantém que os critérios de distribuição promoverão uma maior justiça (embora continue por fixar o essencial, que é a proporção exata do que cada clube vai receber) e está confiante que vai conseguir arrecadar 250 milhões de euros com a venda centralizada. Se assim for, o Nacional (cara visível dos pequenos contestatários) deixará de lutar por mais migalhas para ir beber o tal cafezinho...

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