O Campeonato do Mundo que se realiza no próximo verão em três países americanos configura uma oportunidade única para Portugal. Deverá ser a última grande competição de Cristiano Ronaldo, quando Bruno Fernandes e Bernardo Silva ainda estarão no topo das suas capacidades. A eles junta-se uma geração onde despontam Vitinha e João Neves, sem esquecer que Diogo Costa tem tudo para ser um dos melhores na baliza. Acho, sinceramente, que nos falta um grande central para acompanhar Rúben Dias, mas a riqueza nas faixas (defensivas e ofensivas), meio-campo e ataque alimenta o sonho. O sorteio ajudou. A Colômbia aconselha cautela, mas o 1.º lugar no grupo K não só é possível como é exigível. Assim ficará caminho aberto, pelo menos, até aos 'oitavos', mas mesmo uma hipotética Itália nessa ronda não assusta. Só nos 'quartos', eventualmente com a Argentina, Portugal teria o primeiro grande teste. É altura de acabar, no seio da Seleção, com o discurso politicamente correto e assumir que se luta por um troféu inédito. Antes de cada jogo, inspirem-se no hino, mas com uma ligeira adaptação que será certamente aceite face o contexto: Levantai (como nunca) o esplendor de Portugal.
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