Foi em 2016: para contentar os camaradas que o alçaram ao poder, António Costa decidiu reverter a privatização da TAP. Tradução: ficou com 50% da companhia, sem mandar nela, e ainda obrigado a indemnizar generosamente os privados em caso de nacionalização. Naquele tempo, um cenário desses estava afastado. E Costa, que só sabe navegar à vista (com o dinheiro dos outros), desprezou o risco.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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