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João Pereira Coutinho

João Pereira Coutinho

Sem perdão

05 de julho de 2020 às 00:30

Foi em 2016: para contentar os camaradas que o alçaram ao poder, António Costa decidiu reverter a privatização da TAP. Tradução: ficou com 50% da companhia, sem mandar nela, e ainda obrigado a indemnizar generosamente os privados em caso de nacionalização. Naquele tempo, um cenário desses estava afastado. E Costa, que só sabe navegar à vista (com o dinheiro dos outros), desprezou o risco.

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