Confesso que não estou espantado. Falo de dois autarcas que foram apanhados com a mão no pote – ou, melhor dizendo, nas vacinas. Em teoria, eles não eram prioritários. Na prática, tornaram-se prioritários – um, porque é presidente do lar de Reguengos, apesar de não contactar com os residentes; o outro, porque havia ‘sobras’. Espantoso: quando eu julgava que o nosso mal era a falta de vacinas, descubro que o problema, afinal, está no excesso.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
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Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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