Antigamente, autocrata que se prezasse vencia ‘eleições’ com 99% dos votos. Os tempos mudaram - e só o comediante da Coreia do Norte se presta a esses números. Hoje, vence-se com 70%, às vezes com 65%. Um livro recente, sobre as novas formas de autoritarismo (‘Spin Dictators’), afirma mesmo que vencer por 65% tem vantagens: por um lado, é uma cifra ‘credível’; por outro, a populaça já está à espera que o regime roube uns 10%, o que significa que uma vitória de 65% significa uma vitória limpa de 55%. Abaixo dos 60% é pisar gelo fino.
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Foram críticas subtis que contrastam com a verborreia imprudente dos líderes europeus eleitos.
É uma bela ideia, que ignora um pormenor desconfortável: a realidade.
Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
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