Falaram dele como candidato a Belém - e eis que Mário Centeno, das catacumbas do Banco de Portugal, resolveu escrever um artigo a dizer ‘presente!’ É um belo artigo: depois de se louvar como ministro das Finanças, o dr. Centeno puxou as orelhas à dra. Lagarde (que abusa dos juros) e deu uns conselhos ao dr. Medina (que o rapaz, sozinho, não vai lá). Dizem as más línguas que, na instituição, ficaram horrorizados com o precedente, que põe em causa a independência do regulador.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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