António Costa está preocupado com o ‘populismo’. Percebo. Em 2015, quando chegou ao poder, não havia populismo na área, partindo do pressuposto de que só o Chega é portador desse ‘vírus’. Em 2019, André Ventura foi eleito; em 2022, mais onze se juntaram ao patrono. Os governos de António Costa têm sido um bom adubo para o crescimento do populismo – e, a julgar pelas sondagens, continuarão a ser.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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